O PEITORAL
Distensões nos músculos do peito ocorrem mais frequentemente onde o peitoral se insere no úmero – parte superior do braço. Como os fisiculturistas gostam de trabalhar o supino o mais pesado possível, essa distensão geralmente é associada ao estresse excessivo devido à carga muito pesada, bem como a falta de um aquecimento adequado.
A técnica errada também pode ser responsável por uma elevada proporção de lesões no peito. Deixar o peso descer muito rapidamente durante a execução do supino pode causar um movimento súbito e intenso em toda a estrutura peitoral. Do mesmo modo, deixar o peso cair muito rapidamente quando executa o voador com halteres também pode forçar muito o peitoral, em especial se o músculo estiver contraído e não tiver sido aquecido e alongado antes do treinamento.
OS OMBROS
As lesões nos ombros são relativamente comuns entre fisiculturistas. Supino pesado, supino com halteres e desenvolvimento de ombros colocam muito esforço nos ombros.
O esforço intenso pode causar ruptura parcial do manguito rotador. Também é possível forçar muito as três cabeças do deltóide e seus tendões de inserção ou de origem.
Outro problema possível na área dos ombros é a bursite subdeltóide. A bursa é uma cavidade fechada no tecido conjuntivo entre um tendão e um osso adjacente que se move em relação um ao outro. Ela fornece uma superfície lubrificada de modo que o tendão possa deslizar diretamente sobre o periósteo do osso. A bursite é uma condição inflamatória na qual a bursa não é capaz de fazer seu trabalho, e o movimento da área causa dor e dificuldade. Frank Zane sofria de bursite do ombro e era capaz de superá-la com suplementação vitamínica intensa, tratamento com um quiroprata e um treinamento leve até a cicatrização.
A tendinite bicipital é outro problema comum do ombro no qual o tendão do bíceps trabalhando para frente e para trás inflama-se devido ao esforço e à fricção. Medicações como cortisona são indicadas com frequencia no tratamento de lesões do ombro como estas.
No evento de uma lesão do ombro, às vezes é possível fazer exercícios de ombro com ângulos diferentes – elevação lateral inclinado em vez de supino, por exemplo, para trabalhar a cabeça posterior em vez da frontal – ou simplesmente usar o método de transbordamento e segurar halteres pesados ao lado, o que deixará os deltóides tonificados e firmes antes do concurso.
OS BÍCEPS
Os bíceps podem romper-se nas terminações do músculo – na origem, na escápula ou na inserção do rádio – ou em qualquer local ao longo do músculo. O esforço nos bíceps pode ser agudo ou cumulativo.
Os bíceps, músculo relativamente pequeno, são forçados facilmente porque eles estão envolvidos em uma ampla variedade de exercícios. Além dos exercícios para bíceps e para as costas, qualquer tipo de movimento com puxada – desde a remada sentada até a barra fixa com pegada aberta – trabalha os bíceps. Isso torna difícil trabalhar em torno de uma lesão de bíceps, já que os músculos são necessários a muitos movimentos diferentes. Todavia, a única maneira de tratar essa lesão é por meio do repouso completo.
Em casos de lesão grave, em que há ruptura completa dos bíceps, a cirurgia pode ser necessária para reparar a estrutura.
OS TRÍCEPS
Os tríceps estão sujeitos ao mesmo tipo de esforço que os bíceps e outros músculos. Outra lesão comum dos tríceps é a bursite do olécrano (o olécrano é a ponta do cotovelo). Quando você faz movimentos como extensão do cotovelo, você puxa na inserção dos tríceps no cotovelo. Isso é apoiado na bursa, que se torna irritada quando é aplicado muito esforço na área, o que produz uma sensação de queimação.
Os tríceps também podem ser forçados pelo excesso de treinamento ou pelo esforço súbito devido a uma técnica errada. Em casos de ruptura completa dos tríceps, a cirurgia seria necessária para reparar a estrutura.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
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discordo sobre o aquecimento¨adequado¨
ResponderExcluirtive uma ruptura na quarta série de oito repetições no supino reto já tendo feito o voador mais leve justamente como aquecimento.